segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

EERIE - Pode haver ligação entre o caso foo fighter e a esfera da família Betz?


Caso Foo Fighter
No dia 7 de dezembro de 1941 aconteceu o ataque japonês a Pearl Harbor, o que levou os EUA a entrar de cabeça na segunda guerra mundial. Sabendo de tal fato Hitler tinha consciência que com os EUA em seu encalço a guerra tomaria outros fins e que existia a necessidade de tratar o inimigo com muito respeito. Pensando desta foram Hitler solicitou aos seus engenheiros e cientistas que desenvolvessem novas armas. Dentre as novas armas surgiram o ME-163, um pequeno avião que utilizava propulsão a jato, tecnologia esta utilizada no temido V2. Os V2 eram misseis balísticos que alcançavam a incrível velocidade de 5760 Kmh e atingiam um alvo a um raio de mais de 320 km de distancia.

O avião modelo ME-163 e o míssil v2.

Esta bem, mas aonde se encaixam os foo fighters e o que eram estes?

Os foo fighters começaram a ser relatados em 1944, mais propriamente em 22 de dezembro deste mesmo ano, quando um piloto americano em seu P-38 foi perseguido por uma esfera com uma luz muito forte da cor vermelha. Com movimentos rápidos em torno da asa de seu avião o piloto ficou incapacitado de fazer qualquer manobra, após alguns minutos de perseguição o objeto simplesmente acelerou e desapareceu.

Esta foi à versão mais clara e mais assustadora que foi relatada, porem não era a primeira. Desde o começo da guerra pilotos já relatavam avistar esferas metálicas ou brilhantes durante os voos. 

Foto do fenômeno foo fighters.

O primeiro piloto a usar o termo foo fighters, foi o tenente Donald J. Meirs. Meirs  utilizou um jargão do então quadrinho Smokey Stover, neste quadrinho o personagem principal era um bombeiro que dizia “onde há foo  há fogo!”, como muitos os avistavam como esferas que reluziam uma luz muito forte como se estivesse pegando fogo, o termo logo ganhou força e logo era descrito como foo fighters.

Foto do tenente Donald J. Meirs, o criador do termo foo fighter.
 
Apesar de assustar, nenhum incidente foi registrado entre estas esferas e os pilotos, o que levou aos aliados reverem suas desconfianças, pois desde o começo dos incidentes houve a desconfiança de estas seriam armas nazistas, e que Hitler estaria por traz de tudo isso. Porem logo após o termino da guerra, os americanos tiveram acesso a tecnologia alemã, e realmente verificaram que estavam no mínimo a 10 anos atrasados com relação a Alemanha, mas nada com relação ao foo fighters foi encontrado, pelo contrário o que surgiu foram mais dúvidas, pois existiam muitos relato de pilotos da Luftwaffe (força aérea alemã) quanto as misteriosas esferas metálicas luminosas que eram avistadas e em alguns casos acompanhavam os 
 aviões.


Foto do fenômeno foo fighters.

Curiosidade: Apenas lembrando que o sistema de propulsão utilizado nos V2 foram desenvolvido pelo engenheiro mecânico alemão Wernher Magnus Maximilian von Braun. Von Braun foi um dos engenheiros e cientistas acolhidos pelos EUA a fim de adquirir e retirar o atraso tecnológico que havia entre Alemanha e EUA, foi uma forma também de não deixar espaço para que os soviéticos adquirissem tal tecnologia. Von Braun foi o projetista chefe do projeto Saturno V, foguetes que levaram a Apollo 11 em 20 de julho de 1969 a lua.

Von Braun na NASA, trabalhando no projeto Saturno V.

Esta bem pessoal da EERIE, mas o que tem haver o caso dos foo fighters com o caso da família Betz? Analisem o caso abaixo.


A esfera da família Betz

Trinta anos após o fenômeno foo fighter na segunda guerra, mais precisamente em maio de 1974, na pacata cidade de Fort George Island – Flórida, um incêndio destruiu grande parte da propriedade da família Betz, algo em torno de 88 hectares. Após o incêndio misterioso o filho mais novo Terry Mathew Betz, achou uma estranha bola metálica em meio ao campo queimado. Terry achou muito estranho a situação na qual esta esfera se encontrava, pois após o incêndio a esfera não tinha nenhum vestígio de ter sido exposta a fogo.Medindo cerca de 8 polegadas (em torno de 20cm) e com uma marca peculiar, um triangulo desenhado, seu pai, o Sr. Antoine Betz engenheiro naval, acreditava que esta esfera poderia ser algum pedaço de satélite da NASA, ou até mesmo soviético (em 1974 a União Soviética e o EUA travavam a famosa guerra fria). A família também levantou a suspeita que este misterioso objeto era o causador do incêndio em suas propriedades, porem não conseguiram comprovar esta teoria.



O misterioso objeto foi levado para a residência dos Betz e foi deixada de lado e esquecida por exatas duas semanas no quarto de Terry,  até que juntamente com sua amiga Theresa Fraser, Terry começou a tocar sua guitarra e a esfera começou a vibrar e a responder os som da guitarra com um outro som pulsante e repetitivo.Mediante ao acontecimento a família começou a estudar um pouco mais a fundo esta esfera e descobriram que quando ela era rolada no chão ela conseguia tomar rotas diferenciadas, tempo e rotas estas que se difundiam conforme vontade própria e após, ela retornava ao seu ponto de origem e se mantinha estática, em um dos seus relatos a família afirma que certa vez ela se movimentou sem parar por mais de 12 minutos. A família Betz também descobriu que o clima influenciava diretamente no comportamento da esfera. Em dias de sol a esfera tinha uma energia bem maior no que nos dias nublados ou de chuva.

O fato da esfera se movimentar sozinha fez com que a família durante a noite a colocasse em um saco e dentro de um quarto totalmente fechado, desta forma a família teria certeza que a bola não iria “escapar”.

Logo muitos moradores e pessoas próximas aos Betz conheceram a tal esfera e em uma destas o Jornal local da cidade vizinha de Jacksonville ficou sabendo da tal esfera e enviou ao fotógrafo Lon Enger para tirar a limpo esta história. Lon era um experiente e cético fotógrafo e já de cara foi  tirando suas conclusões e achando se tratar de uma família de malucos, mas mudou de opinião ao ser recepcionado pela Sra. Gerri Betz (mãe da família) e apresentado a misteriosa esfera. Imediatamente após verificar a autenticidade do caso e relatar ao chefe editor do jornal a matéria foi capa do jornal em 12 de Abril de 1974.


Edição do dia 12 de Abril de 1974 do jornal St. Petersburg Times.

Depois da reportagem o assunto chamou a atenção da mídia nacional e internacional, jornalistas do New York Times e do London Daily também publicaram reportagens abordando o caso, até a imprensa japonesa foram ao encontro do misterioso objeto. Porem não só a mídia ficou intrigada com o tal objeto, os fuzileiros navais, NASA e ufólogos também. E após a verificação um porta-voz da marinha dos EUA veio a público e declarou oficialmente que o objeto não era propriedade do governo e que não tinha “ideia” de quem poderia ter tal tecnologia para a fabricação da mesma.

Na tentativa de descobrir do que se tratava o estranho objeto, vários cientistas e pesquisadores solicitaram a família Betz que encaminhassem o objeto para melhores estudos em laboratórios, porém a família criou grande afeição pelo objeto e para que o mesmo não viesse a “desaparecer” negaram todos os convites.

Tudo parecia muito bem até que novos e estranhos eventos começaram a assustar e a perturbar a família Betz. A esfera passou a emitir um som parecido como um órgão, não bastante horripilante ser acordado do meio da madrugada por um som no mínimo “sinistro”, portas começaram a bater do nada e estranhos tremores começaram a ocorrer. Mediante a situação a família achou melhor entregar o objeto aos cuidados dos cientistas na Estação Aérea Naval de Jacksonville, onde os mesmos, pouco puderam fazer, pois em seu primeiro teste foi impossível utilizar a maquina de raio-x, pois esta não era potente o suficiente para demonstrar o que havia no interior da esfera. Algumas informações também foram passadas, como o peso que era de 9 kg, assim como a liga de que era feito (aço inoxidável ferroso, especificamente magnético, liga n º 431) e suportaria a pressão de 120.000 libras por polegada quadrada (o que dá mais ou menos 54 toneladas por polegada...vixe!). Ao expor o objeto em um raio-x mais potente foram detectadas duas esferas cada uma com uma espécie de auréola ao seu redor, estas auréolas continham uma densidade incomum. Os cientistas também se espantaram ao constatar que a esfera possuía quatro pólos magnéticos diferentes, dois positivos e dois negativos, que não eram concêntricos. A Marinha também concluiu que, embora a bola fosse intensamente magnética, não mostrava sinais de radioatividade e não havia nada que indicasse qualquer perigo explosivo. Não havia detonadores, soldas e nem marcas aparentes. Os cientistas da marinha tentaram mas, não conseguiram seguir com os planos, pois o próximo passo seria abrir a esfera, porem como a marinha divulgou que o objeto não pertencia ao governo e o procedimento não era de vontade da família Betz, a marinha foi obrigada a devolver o objeto para a família.

Foto da família Betz.

Após a devolução da esfera a família Betz resolveu enviá-la  a um grande evento de pesquisa ufológica, que contaria com a presença de cientistas conceituados. Terry foi designado como o mensageiro pessoal do objeto e foi enviado para Nova Orleans com a esfera na mala. Logo, a esfera tornou-se o centro das atenções e entre os dias 20 e 21 de abril de 1974, o objeto foi submetido a mais uma bateria de testes. Eles confirmaram tudo que já haviam revelado, incluindo o fato de que o objeto agiu como um transponder de áudio (o que levou a tese de que o objeto era uma sonda extraterrestre). Mas apesar de não saberem a origem do objeto e nem o que era, eles não puderam afirmar que era extraterrestre. Dr. James Albert Harder, professor emérito de engenharia civil e hidráulica na Universidade da Califórnia em Berkeley, estava cada vez mais intrigado com os relatos a respeito da esfera Betz, e ficou encantado com a oportunidade de examinar o objeto em primeira mão. Os Betz permitiram que ele analisasse o artefato e os resultados foram desconcertantes.


Em um anúncio feito no Congresso Internacional de Ufologia, em Chicago, no dia 24 de Junho de 1974, o Dr. James Albert apresentou seus resultados verdadeiramente surpreendentes, e absolutamente terríveis, em relação à esfera Betz. Ele relatou que com base em seus estudos de raios-X, as duas esferas internas são feitas de um elemento muito mais pesado do que qualquer coisa conhecida para a ciência. Enquanto o elemento mais pesado produzido em qualquer reator atômico aqui na Terra. O elemento mais pesado que ocorre naturalmente na Terra é de urânio 238.



"Se alguém tentar furar a esfera, poderá explodir como uma bomba atômica." Afirmou ele.


Foto tirada no Congresso Internacional de Ufologia no dia
24 de junho de 1974

Até onde se sabe estes foram os últimos relatos do estranho objeto relatado e confirmado por autoridades do governo americano. Após o evento e o relato do Dr. James Albert a família tomou posse novamente do objeto e simplesmente desapareceu. Aparentemente se mudaram e não deixaram pistas para onde.
Muito se comentou depois que o verdadeiro dono da tal esfera apareceu, alegando esta ser uma obra de arte, mas os fatos e os argumentos não coincidiam com os relatos da família, da marinha e dos cientistas. Indiferente o assunto caiu no esquecimento, porém algumas perguntas ficaram.


O que era exatamente este objeto?

Onde está este objeto?

O que aconteceu com a família Betz?


Conclusão: Agora vem a questão levantada desde o começo deste post. Não teria haver o fenômeno foo fighter  com o caso da esfera da família Betz ? Veja, estamos falando de objetos esféricos metálicos de diâmetro muito similares e que em momento algum causaram incidentes envolvendo humanos.  



Se você acredita que os casos tem haver, tem alguma sugestão ou teoria pode comentar, quanto mais questionamentos melhor!




ESTE É UM CASO EERIE SEM SOLUÇÃO!


Fontes: 


www.projetosonda.com.br - Caso foo fighter
noitesinistra.blogspot.com.br - A esfera da família Betz

Um comentário:

  1. É estranho, e acredito ser a mesma que perseguia os aviões, como nada é perfeito, acrédito que essa deu defeito e caiu!

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